Sede de ser,
sede de existir,
Sede de prazer, de felicidade, do gozo esplêndido;
Sedentos de beleza, pela felicidade sem fim!
Sede de eternidade, de permanência incólume.
Sedentos de perceber e de percepção.
Sede do instante contínuo…
Alimentos com prazer e dor, força e fraqueza, austeridade e demência…
Sedentos do igual e do oposto…
Sede de si mesmo, sedento do Outro, potência de existir!
O flagrante dos miseráveis. Uma luz que clareia nossas dores, buscas, encontros e perdidas no tempo passageiro…
O que nos impulsiona é a profunda sede diante do insaciável… o absoluto frágil: Eu!

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