O que fazer?
Tem algo que possa ser feito?
Por que fazer alguma coisa?
O vazio talvez seja a melhor experiência (Bernanos). Ele pode ser assustador para quem não se paralisa diante dos acontecimentos da vida.
Sobre si mesmo, o que para exprimir além do nada que somos diante da vastidão do universo.
Somos pequenos seres num macrocosmos. A vida é infinitamente mais do que podemos conceber de imediato. O imediatismo nem sempre corresponde às expectativas humanas. Tudo que imediatamente tem sua resposta é fugaz, passageiro, sem raiz, sem fundamento sólido.
O X da questão é ser sempre inquieto diante das provocações que as condições nos fazem (Agostinho). Somos e desejamos ser algo mais. E o incômodo do não ser ou a incompleta saciedade do ser que nos leva a novas possibilidades e desafios.
O Humano é insaciável em suas buscas! – Temos sede de ser.
Em meio ao turbilhão confuso do agir humano, haverá alguém à busca do extraordinário. Somos sujeitos do extraordinário! O que é ordinariamente requer ser levado ao encontro do extraordinário, para que assim encontre luz, prazer, satisfação, plenitude.

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