Obra: “A Tempestade” de Pierre Augusto (1880)
Chove aos poucos
Como meu amor por você.
Desejo de te molhar gota a gota,
Deixá-lo inebriado em meio a tantos afetos.
Fecundar-te as entranhas do meu amor
Com a brisa do meu respiro, sentir seus arrepios;
A pele macia como um manto a cobrir-me o corpo, num abraço suave e cálido.
Desejo-te como numa tempestade, ao mesmo tempo numa calmaria a levar para as experiências mais profundas.
Úmido amor, que se nutre de tua seiva angelical dos afetos estendidos ao ar de um outubro sem outono.
Seu perfume que anseio sentir, para os delírios de minhas emoções.
Puro amor, como embrião, envolver-me de ti
Sejas em mim o que sou em ti: amor! (P., V.r.)

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